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Papa aos jovens: conectar-se com Maria para transformar o mundo

“O Todo-poderoso fez em Mim maravilhas”: este é o tema da Mensagem do Papa Francisco aos jovens de todo o mundo, em preparação à 32ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em nível diocesano a ser celebrado no Domingo de Ramos, 9 de abril.

Este ano, para favorecer um difusão mais ampla da Mensagem, o Pontífice decidiu apresentá-la aos jovens com um vídeo, em que os convida a empreender o caminho de preparação espiritual que os conduzirá à próxima JMJ no Panamá, de 22 a 27 de janeiro de 2019.

Neste caminho, a guia é Nossa Senhora, que diz no Magnificat: “O Todo-poderoso fez em Mim maravilhas”. “Maria sabe dar graças a Deus e reconhece as grandes obras em Ele realiza em sua vida”, disse o Papa, acrescentando que Maria não fica fechada em si mesma, mas vai ao encontro de sua prima Isabel porque não é uma “jovem-sofá” que quer ficar em casa sem ser perturbada. “Ela é movida pela fé, porque a fé é o coração de toda a história de nossa Mãe”.

Seja na mensagem, seja no vídeo, Francisco recorda que a Igreja e a sociedade precisam dos jovens para que, com sua coragem, sonhos e ideais, abatam os muros da imobilidade e se abram caminhos que levem a um mundo melhor, mais justo, menos cruel e mais humano.

O Papa convida os jovens a cultivarem uma relação de familiaridade e de amizade com a Virgem Maria: “Falem com Ela assim como falam a uma Mãe. Ela os ouve, os abraça, os quer bem e caminha com vocês”. E utiliza expressões e terminologias próprias da juventude, como estar conectado, flashmob, redes sociais, reality show, para pedir aos jovens que sejam protagonistas de sua história e de seu futuro.

O Pontífice conclui a mensagem convidando os jovens a se recordarem de dois aniversários importantes em 2017: os trezentos anos da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no Brasil e o centenário das aparições de Fátima, em Portugal.

Para um comentário sobre a mensagem do Papa Francisco, ouça o Pe. João Chagas, Responsável pelo Setor de Juventude do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida:

Fonte: Rádio Vaticana

 

Papa: São José nos dê a capacidade de sonhar coisas grandes

O Papa começou a semana celebrando a missa na capela da Casa Santa Marta (20/03). Francisco dedicou sua homilia a São José, cuja solenidade foi transferida de 19 para 20 de março para não coincidir com o domingo de Quaresma.

São José obedece ao anjo que aparece em seu sonho e toma consigo Maria, grávida por obra do Espírito Santo, como narra o Evangelho de Mateus. Um homem silencioso, mas obediente. José é um homem que carrega sobre seus ombros as promessas de “descendência, de herança, de paternidade, de filiação e de estabilidade”:

“E este homem, este sonhador, é capaz de aceitar esta tarefa, esta tarefa difícil e que muito tem a nos dizer neste período de uma grande sensação de orfandade. E assim este homem toma a promessa de Deus e a leva avante em silêncio com fortaleza, a leva avante para aquilo que Deus quer que seja realizado”.

São José é um homem que pode “nos dizer muito, mas não fala”, “o homem escondido”, o homem do silêncio, “que tem a maior autoridade naquele momento, sem a demonstrar”. E o Papa destaca que aquilo que Deus confia ao coração de José são “coisas fracas”: “promessas” e uma promessa é fraca. E depois também o nascimento da criança, a fuga ao Egito, situações de fraqueza. José carrega no coração e leva avante “todas essas fraquezas” como se deve fazer: “com muita ternura”, “com a ternura com a qual se pega uma criança”:

É o homem que não fala, mas obedece, o homem da ternura, o homem capaz de levar adiante as promessas para que se tornem firmes, seguras. O homem que garante a estabilidade do Reino de Deus, a paternidade de Deus, a nossa filiação como filho de Deus. Gosto de pensar José como guardião das fraquezas, de nossas fraquezas: é capaz de fazer nascer muitas coisas bonitas de nossas fraquezas, de nossos pecados.”

José é o custódio das fraquezas para que se tornem firmes na fé, mas esta tarefa ele recebeu durante um sonho: “É um homem capaz de sonhar”, observou o Papa. É também o “guardião do sonho de Deus”: o sonho de Deus de nos salvar, de nos redimir, foi confiado a ele”. “É grande este carpinteiro!”, exclamou o Papa: “silencioso, trabalhador e guardião que carrega as fraquezas e é capaz de sonhar. Uma figura que tem uma mensagem para todos”:

“Eu hoje quero lhe pedir que dê a todos nós a capacidade de sonhar, porque quando sonhamos coisas grandes, coisas bonitas, nos aproximamos do sonho de Deus, das coisas que Deus sonha para nós. Que aos jovens dê, porque ele era jovem, a capacidade de sonhar, de arriscar e assumir as tarefas difíceis que viram nos sonhos. E dê a todos nós a fidelidade que geralmente cresce num comportamento justo, e ele era justo, cresce no silêncio, poucas palavras, e cresce na ternura que é capaz de proteger as próprias fraquezas e as dos outros”.

Fonte: Rádio Vaticano

Fátima 2017: Cardeal que “revelou” terceira parte do segredo sublinha dimensão de “esperança” nas Aparições

Nossa Senhora de Fátima2O cardeal Angelo Sodano, que em maio de 2000 foi responsável pela divulgação da terceira parte do chamado “segredo” de Fátima, sublinhou hoje em Roma a dimensão de “esperança” nas Aparições da Cova da Iria.

“Há uma mensagem de esperança que chega até nós da celebração do centenário das aparições de Maria Santíssima em Fátima. Numerosas e graves podem ser as provações da vida e as tragédias do mundo, mas maior ainda é o amor de Deus por nós”, escreve o antigo secretário de Estado do Vaticano, numa intervenção divulgada pelo jornal ‘L’Osservatore Romano’, na sua edição de 16 de março, já disponível na internet.

D. Angelo Sodano refere que, do Santuário de Fátima, a Virgem Maria deixa uma mensagem de confiança na força divina.

O decano do Colégio Cardinalício interveio esta tarde num evento na Embaixada de Portugal junto de Santa Sé, em Roma, numa conferência sobre a mensagem de Fátima, tendo em vista a visita do Papa Francisco à Cova da Iria (12-13 de maio) por ocasião do Centenário das Aparições.

A iniciativa conta com a presença do bispo da Diocese de Leiria-Fátima. D. António Marto.

O cardeal Sodano deixa votos de o centenário das aparições marianas de 1917, na Cova da Iria, ajudem a “refletir sobre o significado para a Igreja e para o mundo deste acontecimento extraordinário”.

“A memória dos acontecimentos de Fátima pode fazer-nos compreender melhor a presença providencial de Deus noas acontecimentos humanos”, sustenta.

O cardeal italiano recorda o “grande conforto” que recebeu da Mensagem de Fátima perante as “dolorosas” situações da II Guerra Mundial, quando era jovem.

“Parecia-nos já então que a mensagem de Fátima era não só um convite à conversão e à oração mas também um convite à esperança, recordando-nos a contínua presença de Deus no meio de nós, mesmo nas horas mais trágicas da história”, escreve.

D. Angelo Sodano, que em 1988 foi chamado para colaborar com o Papa João Paulo II, no Vaticano, evoca a “profunda devoção mariana” do Papa polaco e dos seus sucessores, Bento XVI e Francisco, que vai visitar o “belo Santuário de Fátima” para “prestar homenagem à Mãe de Cristo”.

O decano do Colégio Cardinalício cita o cardeal-patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira, o qual afirmava que “não foi a Igreja que impôs Fátima”, e também D. António Marto, numa reflexão sobre “graça e misericórdia” como síntese de mensagem de Fátima.

A 13 de maio de 2000, o cardeal Angelo Sodano, então secretário de Estado do Vaticano, anunciava em Fátima a terceira parte do Segredo: “É uma Via Sacra sem fim, guiada pelos Papas do século XX”.

Na sequência do atentado de 13 de maio de 1981, no Vaticano, o Papa João Paulo II atribuiu a “uma mão materna” o facto de ter sobrevivido.

Fonte: Agência Ecclesia

Habemus Papam: vídeo relembra início do pontificado do Papa Francisco

Há exatos quatro anos, o mundo inteiro parava ao ver, pela televisão, a fumaça branca que saía da chaminé da Capela Sistina, no Vaticano. Aquele dia 13 de março de 2013 ficaria para sempre gravado na memória e no coração dos fiéis que aguardavam ansiosos pelo resultado do Conclave, que elegia o Cardeal Mario Bergoglio, o Papa Francisco.

Para recordar esta data, a Rádio Vaticano preparou um vídeo especial. Confira:

Papa Francisco visitará a Cova da Iria, em Portugal

Papa FranciscoO Papa Francisco, que esta segunda-feira completa quatro anos de pontificado, vai visitar o Santuário de Fátima dentro de dois meses, numa viagem que tem como lema ‘Com Maria peregrino na esperança e na paz’.

A convite do presidente da República e dos bispos portugueses, por ocasião do Centenário das Aparições, Francisco vai assim tornar-se o quarto Papa a visitar a Cova da Iria, num ano particularmente simbólico.

As aparições na Cova da Iria têm sido uma referência de intervenções e gestos do Papa: Francisco pediu aos bispos portugueses que consagrassem o seu pontificado a Nossa Senhora de Fátima, o que aconteceu em 13 de maio de 2013, dois meses após a eleição do sucessor de Bento XVI.

Antes, a 17 de março, quando presidiu pela primeira vez à recitação do ângelus, o Papa sublinhou a “misericórdia” de Deus evocando uma passagem da imagem da Senhora de Fátima pela capital da Argentina.

O pontífice argentino recordou então uma visita da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima a Buenos Aires, em 1992.

O Santuário de Fátima recordou também o acolhimento dedicado pelo então arcebispo de Buenos Aires, D. Jorge Mario Bergoglio, noutra vista da imagem peregrina de Fátima, em 1998.

A 12 de outubro de 2013, o Papa Francisco recebeu solenemente no Vaticano a imagem original de Nossa Senhora de Fátima, venerada na Capelinha das Aparições, tendo depositado um rosário a seus pés, como oferta pessoal.

A inédita deslocação da imagem, que pela primeira vez esteve fora da Cova da Iria numa peregrinação internacional aniversária, foi um pedido expresso de Bento XVI, Papa emérito, repetido por Francisco, integrando-se na Jornada Mariana do Ano da Fé.

Nos anos seguintes, o Papa recordou por diversas vezes a memória das aparições de Fátima, como aconteceu a 13 de maio de 2015, junto de uma imagem de Nossa Senhora, convidando os católicos a manter viva esta devoção.

“Neste dia de Nossa Senhora de Fátima, convido-vos a multiplicar os gestos diários de veneração e imitação da Mãe de Deus. Confiai-Lhe tudo o que sois, tudo o que tendes; e assim conseguireis ser um instrumento da misericórdia e ternura de Deus para os vossos familiares, vizinhos e amigos”, afirmou, durante a audiência pública semanal que decorreu na Praça de São Pedro.

Já em 2016, o Papa evocou no dia 11 de maio as aparições marianas na Cova da Iria.

“Nesta aparição, Maria convida-nos mais uma vez à oração, à penitência e à conversão”, disse, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro.

Francisco evocou alguns dos conteúdos centrais das aparições aos três videntes, os Beatos Francisco e Jacinta e a irmã Lúcia, que tiveram lugar na Cova da Iria entre maio e outubro de 1917.

“[A Virgem Maria] pede-nos para não ofendermos mais a Deus; adverte toda a humanidade sobre a necessidade de abandonar-se a Deus, fonte de amor e de misericórdia”, assinalou.

Na saudação aos peregrinos polacos presentes no Vaticano, o Papa lembrou também a figura de São João Paulo II, “grande devoto de Nossa Senhora de Fátima”.

No último dia 22 de fevereiro, Francisco recordou o Centenário das Aparições.

“Confiemo-nos a Maria, mãe da esperança, que nos convida a virar o olhar para a salvação, para um mundo novo e uma nova humanidade”, pediu aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

Fonte: Agência Ecclesia

Igreja: Papa rejeita celibato «opcional» para os padres, mas admite valorizar papel dos homens casados

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O Papa afirmou numa entrevista ao semanário alemão ‘Die Zeit’ que o celibato “opcional” para os padres católicos “não é uma solução” para a crise de vocações, mas admitiu valorizar o papel dos homens casados, neste campo.

Francisco referia-se em particular à proposta de ordenar os chamados ‘viri probati’ (“homens testados” – expressão que designa homens de confiança casados, de comprovada fé e virtude).

“Teríamos de considerar que tarefas poderiam desempenhar, por exemplo nas comunidades isoladas”, disse, numa entrevista divulgada hoje.

Atualmente, a Igreja Católica de rito latino admite homens casados ao primeiro grau do sacramento da Ordem (diaconado, sacerdócio, episcopado).

O Concílio Vaticano II (1962-1965) restaurou o diaconado permanente, a que podem aceder homens casados (depois de terem completado 35 anos de idade), o que não acontece com o sacerdócio.

O diaconado exercido por candidatos ao sacerdócio só é concedido a homens solteiros.

O Papa admitiu que a quebra do número de candidatos ao sacerdócio é um “enorme problema” para a Igreja Católica e defendeu que é necessário “trabalhar com os jovens que procuram orientação”, tema que vai estar no centro do próximo Sínodo dos Bispos, em 2018.

“Muitas paróquias estão nas mãos de mulheres dedicadas que nos domingos conduzem as orações. É um problema a falta de vocações. É um problema que a Igreja deve resolver”, assinalou.

O pontífice referiu que onde não há sacerdotes falta a Eucaristia e “uma Igreja sem Eucaristia não tem força”.

Francisco observou que, nos países ocidentais, o problema é agravado pela baixa taxa de natalidade, porque “se não há crianças, não haverá sacerdotes”.

O Papa lamenta ainda que alguns jovens não sejam sacerdotes “por vocação”, o que tem trazido problemas à Igreja.

A entrevista abordou depois a comissão de estudo sobre a história do diaconado feminino, explicando que a decisão surge como resposta à questão sobre se essas mulheres foram “ordenadas ou não”.

“Trata-se de explorar o tema, não de abrir uma porta. O tempo dirá o que a comissão vai apurar”, precisou.

O celibato é obrigatório para os sacerdotes na Igreja Católica de rito latino; em várias Igrejas orientais em comunhão com Roma podem ser ordenados homens casados, mas não é consentido casar depois da ordenação.

No Sínodo dos Bispos de 2005 considerou-se que a ordenação sacerdotal dos ‘viri probati’ não seria uma solução, dando como exemplo a situação que se vive nas Igrejas Orientais ligadas a Roma “que têm padres casados, mas que sofrem, apesar disso, de crise de vocações”.

Fonte: Agência Ecclesia

Papa: “A Bíblia como o celular, sempre conosco para lermos as mensagens”

“Durante os quarenta dias da Quaresma, nós cristãos somos convidados a usar a força da Palavra de Deus na batalha espiritual contra o Mal”: esta foi a recomendação feita pelo Papa aos fiéis ontem (5), 1º Domingo de Quaresma.

Antes de rezar a oração mariana do Angelus neste final de inverno chuvoso na Praça de São Pedro, Francisco comentou a passagem do Evangelho de Mateus que narra como Jesus venceu as tentações e artimanhas sugeridas pelo Diabo: com a Palavra de Deus.

Naquela ocasião, Jesus enfrentou o diabo ‘corpo a corpo’. Às três tentações de Satanás para tentar impedi-lo de cumprir a sua missão, Ele respondeu com a Palavra e, com a força do Espírito Santo, saiu vitorioso do deserto.

“Por isso – disse o Pontífice – é preciso conhecer bem, ler, meditar e assimilar a Bíblia, pois a Palavra de Deus é sempre ‘atual e eficaz’.

A Bíblia como o celular

“O que aconteceria se usássemos a Bíblia como usamos o nosso celular? Se a levássemos sempre conosco (ou pelo menos um Evangelho de bolso), o que aconteceria? Se voltássemos quando a esquecemos, se a abríssemos várias vezes por dia; se lêssemos as mensagens de Deus contidas na Bíblia como lemos as mensagens em nosso celular, o que aconteceria?. É uma comparação paradoxal, mas faz pensar…”

“Com efeito, concluiu, se tivéssemos a Palavra de Deus sempre no coração, nenhuma tentação poderia nos afastar de Deus e nenhum obstáculo poderia nos desviar no caminho do bem; saberíamos vencer as propostas do Mal que está dentro e fora de nós; e seríamos mais capazes de viver uma vida ressuscitada segundo o Espírito, acolhendo e amando nossos irmãos, especialmente os mais frágeis e carentes, inclusive nossos inimigos”.

Tempo de conversão

Depois de rezar o Angelus e abençoar os fiéis, o Papa lembrou que o caminho de conversão da Quaresma requer de nós muita oração, jejum e obras de caridade. E concluindo, pediu a todos que rezem por ele e seus colaboradores, que durante esta semana estarão em Ariccia, (localidade fora de Roma) fazendo exercícios espirituais.

Fonte: Rádio Vaticano

Em março, Francisco pede orações em prol dos cristãos perseguidos

Ajudar os cristãos perseguidos: neste mês de março, o Papa Francisco pede a oração de todos os fiéis em prol das vítimas das perseguições. No vídeo divulgado pelo Apostolado da Oração, o Pontífice recorda que muitas pessoas “são perseguidas por causa de sua fé, obrigadas a abandonar suas casas, seus locais de culto, suas terras, seus afetos”.

“Quantos de vocês rezam pelos cristãos que são perseguidos?”, pergunta Francisco, exortando os fiéis a se unirem em oração para que as vítimas “experimentem o apoio de todas as Igrejas e comunidades, por meio da oração e da ajuda material”.

Assista ao vídeo:

“Quantas pessoas são perseguidas por causa de sua fé, obrigadas a abandonar suas casas, seus locais de culto, suas terras, seus afetos.

São perseguidas e executadas por serem cristãs, sem que os perseguidores façam distinção entre as confissões às quais pertencem.

Eu lhes faço uma pergunta, quantos de vocês rezam pelos cristãos que são perseguidos?

Animem-se a fazer isso comigo, para que experimentem o apoio de todas as Igrejas e comunidades, por meio da oração e da ajuda material”.

Fonte: Rádio Vaticano

Papa: fé ideológica adora um deus que não possui as chagas dos irmãos

O Papa Francisco celebrou a missa matutina, desta quinta-feira (02), na Casa Santa Marta. O Pontífice sublinhou que “ressoa forte, no início da Quaresma, o convite à conversão”.

A liturgia de hoje coloca esta exortação diante de três realidades: o homem, Deus e o caminho. A realidade do homem é a de escolher entre o bem e o mal: “Deus nos criou livres. A escolha é nossa”, disse o Pontífice, “mas não nos deixa sozinhos”, nos indica o caminho do bem com os Mandamentos. Depois, há a realidade de Deus: “para os discípulos era difícil entender” o caminho da cruz de Jesus: 

Deus tomou sobre si toda a realidade humana, menos o pecado. Não há Deus sem Cristo. Um deus sem Cristo é desencarnado. Um deus que não é real.

“A realidade de Deus é Deus que se fez Cristo, por nós. Para nos salvar. Quando nos distanciamos dessa realidade e nos distanciamos da Cruz de Cristo, da verdade das chagas do Senhor, nos distanciamos também do amor, da caridade de Deus, da salvação e caminhamos numa estrada ideológica de Deus, distante do Deus que veio até nós para nos salvar, do Deus que morreu por nós. Esta é a realidade de Deus. Deus é Cristo. Não há Deus sem Cristo.”

O Papa citou o diálogo entre um agnóstico e um fiel que acreditava em Deus, criado por um escritor francês do século passado:

“O agnóstico de boa vontade perguntava ao fiel: “Mas, como é possível! Para mim, o problema é como Cristo é Deus: Não posso entender isso. Como Cristo é Deus?”. E o fiel respondeu: Para mim, isso não é um problema. O problema seria se Deus não tivesse se tornado Cristo”. Esta é a realidade de Deus: Deus que se fez Cristo, Deus que se fez carne e este é o fundamento das obras de misericórdia. As chagas de nossos irmãos são as chagas de Cristo, são as chagas de Deus, porque Deus se fez Cristo. Esta é a segunda realidade. Não podemos viver a Quaresma sem esta realidade. Devemos nos converter não a um Deus abstrato, mas a um Deus concreto que se fez Cristo.”

Enfim, a terceira realidade, é a do caminho. Jesus diz: “Se alguém quer me seguir, renegue a si mesmo, tome a sua cruz a cada dia e me siga”

“A realidade do caminho é a de Cristo: seguir Cristo, fazer a vontade do Pai e como Ele pegar as cruzes de cada dia e renegar a si mesmo para seguir Cristo. Não fazer o que eu quero, mas o que Jesus quer. Seguir Jesus. Ele fala que nessa estrada nós perdemos a vida para ganhá-la depois. É perder a vida continuamente, deixar de fazer o que eu quero, perder as comodidades, estar sempre na estrada de Jesus que estava a serviço dos outros, e adorar Deus. Esta é a estrada certa.”

“O único caminho seguro é seguir Cristo crucificado, escândalo da Cruz. Estas três realidades, o homem, Deus e o caminho são a bússola que não deixa o cristão errar o caminho”, concluiu o Papa.

Fonte: Rádio Vaticano

Papa presidirá celebração da Quarta-feira de Cinzas no Aventino

Quarta-feira de Cinzas3O Papa Francisco irá ao Aventino em 1º de março,  para a tradicional celebração da Quarta-feira de Cinzas, informou nesta segunda-feira (20) a Sala de Imprensa da Santa Sé.

A Liturgia própria para a ocasião terá início às 16h30min na Igreja de Santo Anselmo, seguida pela procissão até a Basílica de Santa Sabina na presença do Papa, cardeais, arcebispos, bispos, monges beneditinos de Santo Anselmo, os Padres dominicanos de Santa Sabina e alguns fieis.
Ao final da procissão, na Basílica de Santa Sabina, terá lugar a celebração da Santa Missa com o rito da bênção e da imposição das cinzas. Também o Papa receberá as cinzas, como um simples fiel.

Em 2016, no âmbito do Jubileu da Misericórdia, Francisco presidiu a celebração de início da Quaresma na Basílica de São Pedro, durante a qual enviou os missionários da misericórdia com a missão de pregar e confessar.

Fonte: Rádio Vaticano


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