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Subsecretários dos Regionais da CNBB se reúnem para Encontro Nacional no Rio de Janeiro

Até sexta-feira (21), subsecretários dos 18 regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), participam do encontro anual, na sede do Regional Leste 1, no Rio de Janeiro. Os trabalhos são coordenados pelo subsecretário adjunto de pastoral da CNBB, Padre Deusmar Jesus.

Entre as diversas atividades está prevista uma visita à Cracolândia junto aos religiosos da Toca de Assis na tarde desta quarta-feira (19) e uma visita à Ilha Grande, localizada no litoral sul do estado do Rio de Janeiro.Antes de cada subsecretário regional apresentar um pouco da realidade da sua região, o vice-presidente do regional Leste 1 e arcebispo de Niterói (RJ), dom José Francisco, fez um panorama da vida pastoral da Igreja no Estado do Rio de Janeiro. Além disso, coordenadores de pastorais das dioceses fluminenses apresentaram as realidades locais, tanto no âmbito pastoral-missionário, como no âmbito social.A reunião tem como finalidade conhecer a realidade local de cada regional, partilhar experiências, reuniões de trabalho com a Secretaria Geral da CNBB e um momento de convivência. O Arcebispo do Rio de Janeiro e presidente do Regional Leste 1 da CNBB, Cardeal Orani Tempesta, celebrou a missa de abertura do encontro.

O encontro dos subsecretários regionais acontece duas vezes por ano, sendo o primeiro numa região ou diocese do país no mês de julho e o segundo em Brasília (DF) no mês do novembro.

Texto e foto: CNBB e Adielson Agrelos

Padre José Ionilton receberá a Ordenação Episcopal neste domingo (16)

Neste domingo (16) o padre José Ionilton Lisboa de Oliveira, da Sociedade das Divinas Vocações (SDV), receberá a Ordenação Episcopal, às 9h30, na matriz da paróquia Nossa Senhora da Conceição do Raso, localizada em Araci, na Bahia. O sacerdote, que já passou pela Arquidiocese de Salvador, foi nomeado pelo Papa Francisco como bispo da prelazia de Itacoatiara, no Amazonas, no dia 19 de abril deste ano.

O ordenante será Dom Edgar Moreira da Cunha, SDV, bispo da diocese norte-americana de Fall River, e os auxiliares serão o Arcebispo da Arquidiocese de Feira de Santana, Dom Zanoni Demettino de Castro, e o bispo da Diocese de Serrinha, Dom Ottorrino Assolari, CSF. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Salvador, Dom Gilson Andrade da Silva, também participa da Missa de ordenação.

Igreja no Brasil, por meio da Arquidiocese de Juiz de Fora, estuda a criação de base missionária no Haiti

Na próxima segunda-feira, dia 17 de julho, um grupo de seis pessoas da Arquidiocese de Juiz de Fora, incluindo o arcebispo metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, embarca para o Haiti. A viagem ao país mais pobre das Américas terá o objetivo de estudar a possibilidade da criação de uma base missionária de nossa Igreja Particular no local.

“O Haiti é a periferia mais pobre da América Latina, e é para lá que os nossos olhos se dirigem agora. Os meus olhos e os olhos dos jovens continentais. Com muita alegria, continuemos, indo para servir, sem medo, porque o nosso motivo, o nosso norte, é Jesus Cristo”, destaca Dom Gil.

País devastado por furacão, 2010

A situação do país continua com muitos desafios, mesmo já tendo passado 7 anos do furacão que devastou seu território. Em apenas 35 segundos, uma nação inteira veio abaixo. Mais de 300 mil prédios ruíram, incluindo quase todas as instituições de governo e a sede das Nações Unidas. O terremoto de 7.2 de magnitude, que deixou mais de 200 mil mortos, foi o pior já registrado nas Américas.

Entre as vítimas estavam 102 funcionários civis e militares da ONU, inclusive o vice-representante especial do secretário-geral da ONU, o brasileiro Luiz Carlos da Costa. A médica sanitarista Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral da Criança, além de 11 militares brasileiros que integravam a missão de paz da ONU, também foram vítimas fatais.

Intercâmbio missionário

Foto: Arquidiocese de Juiz de Fora

Além de Dom Gil, o grupo é composto por cinco pessoas pertencentes à Comunidade Jovens Missionários Continentais (JMC): Ana Maria Roberto, Marina Lopes de Assis, Myria Izabel Carvalho de Araújo, William Câmara de Araújo e Wilmar José Pereira de Carvalho. Juntamente com os missionários e o arcebispo de Juiz de Fora, irá também o bispo da Diocese de Leopoldina, Dom José Eudes Campos do Nascimento.

O intercâmbio missionário vai em direção ao que propôs o Sínodo Arquidiocesano, realizado em 2009 e cujo tema foi “Arquidiocese de Juiz de Fora, uma Igreja sempre em missão”. Além disso, cumpre aquilo que Papa Francisco tem insistido em suas pregações: a necessidade de uma Igreja em saída e  que olhe para as periferias.

Grupo de missionários que vão ao Haiti Foto: Arquidiocese de Juiz de Fora

A possibilidade de uma base avançada de missionários no Haiti se somaria à iniciativa já existente na Diocese de Óbidos (PA). Na Igreja-Irmã, a Arquidiocese de Juiz de Fora é responsável pela Paróquia São Martinho de Lima, para onde envia sacerdotes e leigos.

A missa de envio do grupo juiz-forano está marcada para o próximo domingo, dia 16 de julho, às 16h, na Capela Nossa Senhora de Fátima e São Cristóvão, no Bairro Jardim de Fátima. O endereço é Rua Paulo Garcia, 613. O retorno dos últimos missionários está previsto para 5 de agosto.

Outras informações:
Assessoria de Comunicação Arquidiocese de Juiz de Fora: (32) 3229-5450/(32) 3229-5485/(32) 98831-4454

Fonte: CNBB

Papa Francisco aceita pedido de renúncia de Dom Manoel dos Reis e de Dom Afonso Fioreze

A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou na manhã desta quarta-feira, 12, a decisão do papa Francisco em acolher o pedido de renúncia apresentado pelos bispos dom Manoel dos Reis de Farias, da diocese de Petrolina, no Estado de Pernambuco e dom Afonso Fioreze, da diocese de Luziânia, no Estado de Goiás. As renúncias estão de acordo com o Cânon 401, parágrafo 1, do Código de Direito Canônico, que estabelece a decisão por motivos de idade.

Dom Manoel dos Reis de Farias (na foto acima, à direita)

Nascido em Orobó (PE) em 1943, dom Manoel dos Reis de Farias estudou Filosofia no Instituto “Estrela Missionária”, em Nova Iguaçu (RJ) e Teologia no monastério “São Bento” do Rio de Janeiro. Foi ordenado sacerdote em 6 de janeiro de 1983 em Orobó. Em Nazaré (PE), como sacerdote, foi reitor da Casa de Formação (1985-1986); pároco da paróquia de São Sebastião em Machados (1988-1990); pároco da igreja “Divino Espírito Santo” em Pau de Alho (1990-2001); diretor espiritual dos seminaristas maiores (1990-2001) e membro do colégio dos consultores. Em 8 de agosto de 2001 foi eleito bispo de Patos, na Paraíba, e recebeu a consagração episcopal em 10 de outubro do mesmo ano. Foi nomeado para a diocese de Petrolina em 2011, pelo papa Bento XVI.

Seu lema episcopal é “Servir na Unidade”.

Dom Afonso Fioreze (na foto acima, à esquerda)

Dom Afonso Fioreze desde 1993 exercia sua profissão religiosa em Porto das Caixas, Itaboraí (RJ), como pároco e reitor do Santuário de Jesus Crucificado. Foi nomeado, pelo papa João Paulo II, para a diocese de Luziânia em 2003. Nascido em 1º de Junho de 1942, na cidade de Rio Branco do Sul (PR), ingressou no Seminário de Jesus Crucificado, em Colombo (PR), sendo posteriormente transferido para o Seminário São Gabriel da Virgem Dolorosa, em Osasco (SP), onde concluiu o segundo grau. Em fevereiro de 1964 fez a profissão religiosa na Congregação da Paixão de Jesus Crucificado (Passionista), em Colombo (PR). Cursou Filosofia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e Teologia no Instituto de Teologia de Curitiba. Foi ordenado sacerdote em 26 de Junho de 1970, em Rio Branco do Sul (PR).

Seu lema episcopal é “A paixão de Cristo nos impulsiona”.

Fonte: CNBB

Editores de folhetos e subsídios litúrgicos se encontram com extensa agenda de trabalho

De 11 a 13 de julho, acontece o Encontro dos Editores de Folhetos e Subsídios Litúrgicos, organizado pela Comissão Episcopal de Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP), no Seminário Santo Afonso. Segundo frei Faustino Paludo, assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia “o encontro tem por finalidade assessorar o serviço que os editores prestam à Igreja no Brasil com a elaboração e divulgação de subsídios litúrgicos, refletindo princípios éticos e critérios na perspectiva das celebrações participativas e adaptadas às diferentes realidades do país.

O Ano Nacional do Laicato, a ser comemorado pela Igreja no Brasil de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, à 25 de novembro de 2018, também será objeto de reflexão dos participantes. O bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen, presidente da Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato, participa do encontro, onde vai expor o sentido e a finalidade do Ano do Laicato. O objetivo é ver como esta temática poderá ser explorada nos subsídios e folhetos litúrgicos.

“No próximo ano, os folhetos e subsídios litúrgicos poderão se transformar num excelente meio para promoção e realização do Ano do Laicato. As comunidades mais distantes e pobres, sem dúvida, tomarão conhecimento e acompanharão os passos do ano do laicato”, disse frei Faustino.

Além do ano do laicato, o encontro tratará dos seguintes temas e agenda: em que e como os subsídios litúrgicos auxiliam na participação litúrgica; projeto das celebrações dominicais da Palavra de Deus; música litúrgica; o espaço litúrgico. Além destes temas, o encontro também promoverá a troca de experiências a partir de perguntas e relatos dos participantes.

Segundo frei Faustino, trata-se de um encontro muito importante em função de reunir pessoas que coordenam a preparação de subsídios que atingem milhões de pessoas e toda semana chegam às comunidades. “São meios que exercem uma influência enorme e aos poucos vão delineando o modo celebrativo”, disse.

Mais informações:
E-mail: liturgiacnbb@gmail.com
Fone: 0 61 – 2103 8300, na Secretária da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia.

Fonte: CNBB

Jovens universitários trocam descanso das férias por missões humanitárias

Missão universitária/PUCPR

As férias de julho estão aí e o que fazer? Muitos jovens universitários aproveitam o período de descanso para realizar trabalhos missionários em comunidades pouco evangelizadas. Esse tipo de trabalho também é uma oportunidade para o universitário avaliar a caminhada em relação ao processo de formação pessoal. No Brasil, alguns grupos aproveitam o recesso de julho para realizar atividades missionárias, explica o assessor do Setor Universidades da Comissão Episcopal Pastoral para Cultura e Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Danilo Pinto.

“ Na atividade missionária, além do aspecto querigmático – que é o anúncio do núcleo central da fé cristã – este anúncio é acompanhado de uma transformação social da realidade”, disse.

A Missão reúne universitários, colaboradores, professores, ex-alunos e amigos da pastoral da Universidade com a finalidade de propiciar uma experiência vivencial em comunidades com situação de vulnerabilidade social. Até o dia 8 de julho, as cidades de Ribeira (SP), Lapa e Turvo (PR), receberão os estudantes missionários da PUCPR.É nessa perspectiva de ajuda aos mais necessitados que pastorais universitárias, em parceria com universidades, promovem anualmente missões humanitárias. É o que faz, por exemplo, desde 2009 a Pastoral da Pontifícia Universidade Católica do Paraná com a Missão Universitária irmão Henri Vergés.

Divulgação

Durante esse mês, a reserva indígena de Dourados (MS) vai receber a Missão Univida 2017. Cerca de 200 universitários da diocese de Jales (SP) participam do projeto humanitário que promoverá ações de saúde e de melhoria da qualidade de vida para os indígenas da reserva através do trabalho voluntário de jovens universitários, na intenção de sensibilizá-los socialmente e de humanizá-los para sua prática profissional. As vagas são distribuídas entre as seis instituições participantes, dividas de acordo com o número de alunos e cursos e de critérios da Pastoral Universitária.

“Numa experiência dessa os universitários podem verificar que a área de atuação profissional para a qual estão se preparando pode ser também empregada a serviço do Evangelho. Eles fazem uma experiência dessa dimensão sócio-transformadora da fé”, destaca o padre.Outra iniciativa é a Missão Universitária na Amazônia. Entre os dias 15 e 30 de junho, jovens de diferentes lugares do Brasil participam, em Santarém no Pará, da missão universitária promovida pelo Setor Universidades da CNBB. Na região, os universitários vão desenvolver atividades de evangelização e promoção humana, além de vivenciar um profundo intercâmbio cultural com a população regional.

Fonte: CNBB

Presidente da CNBB será agraciado com “Medalha do Mérito Bom Samaritano”

Pela primeira vez, após se tornar cardeal, o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e Arcebispo de Brasília, dom Sergio da Rocha, será acolhido pela arquidiocese de Teresina, local onde já atuou como Arcebispo em 2008. O cardeal é esperado na capital do Piauí, entre os dias 04 e 06 de julho, para ser condecorado com a Medalha do Mérito Bom Samaritano.

Uma equipe, composta pelos padres Leonildo Campelo e Luiz Eduardo, além do vigário geral da Arquidiocese, Tony Batista, organiza a acolhida. A programação é extensa, no dia 04 por exemplo, quem irá recepcionar o cardeal é o Arcebispo de Teresina, dom Jacinto Brito, na companhia de membros da arquidiocese.

No dia seguinte, o cardeal irá se reunir com o clero da Arquidiocese. O encontro será seguido de um almoço, no Salão Paroquial de Fátima, como explica o vigário Tony Batista. Para marcar o reconhecimento ao cardeal, durante uma Missa Solene haverá, ainda, a entrega da Medalha do Mérito Bom Samaritano, a partir das 19h, na Catedral Nossa Senhora das Dores.

Segundo o vigário, a entrega da medalha é feita àqueles que de alguma forma colocam “a sua vida a serviço da vida dos outros”. A denominação para a escolha do título partiu dele. Já de acordo com o padre Luiz Eduardo, a ocasião é uma oportunidade para reconhecer o espírito missionário do homem de Deus, que é dom Sergio.

“Durante o período em que esteve conosco cultivou os fiéis criando laços afetivos, sinceros e duradouros. O nosso clero o considera pela convivência fraterna e pastoral que foi estabelecida. Ratifico que é muito importante receber um cardeal da Santa Igreja Romana, pois este constitui um Colégio Especial que assiste ao papa colegialmente e pessoalmente em diversas funções, principalmente na missão de ajudar o pontífice na Igreja Católica em todo mundo”, finalizou o sacerdote.

Fonte: CNBB

Brasileiros em missão na Guiné-Bissau fortalecem a solidariedade entre igrejas

Atualmente mais de 40 missionárias e missionários brasileiros atuam em duas dioceses (Bafatá e Bissau) da Guiné Bissau, na África. A ação missionária da Igreja no Brasil é coordenada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM), um dos organismos da  Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cujo papel é prestar solidariedade e dar apoio aos missionários brasileiros na missão além-fronteiras.

O trabalho dos missionários inclui evangelização e promoção humana como, educação, saúde, orfanatos, creches, Pastoral da Criança, promoção das mulheres, meios de comunicação, escola técnica e outras formas de defesa da vida. A presença dos missionários tem reconhecimento tanto do povo como dos governos, pois amenizam sofrimentos e desenvolvem o crescimento humano.

Padre Ivan Luiz Walter é um dos missionários que atua, desde 2014, na Guiné-Bisseau por meio da cooperação católica entre a Igreja no Brasil e a igreja daquele país batizada de Beato Paulo VI. Seu trabalho inclui a organização e o desenvolvimento da Pastoral Catequética. Em vídeo postado no site do Regional Sul 2, ele se alegra com os avanços conquistados. “No ano catequético 2017/2018, contaremos com 22 catequistas, quase 50% a mais que em 2016”, disse.

Ele descreveu um momento de formação, realizado no último dia 24 de junho, solenidade de nascimento de São João Batista, para catequistas. A atividade contou com quatro momentos: desafios e formação de catequistas, organização das turmas e do calendário e confraternização.

A iniciativa missionária está inserida no contexto de atuação do Conselho Missionário Regional (Comire), por meio do contato com o bispo de Bafatá, dom Carlos Pedro Zilli Filho. Em 2014, três missionários do Regional Sul 2 da CNBB foram enviados à diocese de Bafatá para realização da primeira etapa da Missão Católica na cidade de Quebo, iniciada no dia 19 de outubro.

As obras dos brasileiros na Guiné-Bissau não se resumem à formação, mas também a construção de espaços físicos para realização de atividades. É o caso da construção/abrigo de uma casa de 280 metros com 10 quartos independentes com banheiros e salas para realização de ações educativas. Conforme nos mostra o diácono Pedro Avelino Lang. “Agradecemos a ação coordenada pelo Regional Sul 2 e também a todo apoio financeiro, as doações em dinheiro e a participação na ação missionária”, disse.

O arcebispo de Cascavel (PR) dom Mauro Aparecido dos Santos, presidente do Regional Sul 2 da CNBB, esteve em dezembro visitando a missão. “Tínhamos na imagem que seria apenas a evangelização. Mas uma missão católica é diferente. Temos que pensar na nutrição, enfermagem, escola e evangelização. Trata-se de uma obra grande”, disse o arcebispo.

Ação Missionária Missão Palavra e Pão, realizada durante o ano de 2016, conseguiu arrecadar fundos para enviar mais de 20.000 Bíblias traduzidas para os idiomas locais para a Igreja da Guiné-Bissau. Dom Sergio Arthur Braschi, bispo de ponta Grossa, foi visitar os missionários e levar as bíblias. “Foi uma alegria muito grande sobreviver com este povo que vive uma condição de pobreza bastante acentuada, com dificuldades de acesso à da água e do clima, mas que é alegre e animado e nos recebeu com muito carinho”, disse.

País da África Ocidental, Guiné Bissau faz fronteira com o Senegal ao norte. O território abrange 36.125 quilômetros quadrados de área, com uma população estimada de 1,6 milhão de pessoas. Há carências nas áreas de energia, saúde, educação, transportes, estradas e comunicação.

Livro reportagem sobre a Missão

O Regional Sul 2 da CNBB lançou, no mês de abril, um livro-reportagem sobre a essa experiência.  O livro visa contar a história da Missão, prestar contas de tudo o que tem sido investido e ser um instrumento de espertar vocacional par novos missionários. Ao entrar em contato com a narração desa história por meio do texto, das inúmeras fotos e testemunhos é possível identificar que o autor dessa Missão é o próprio Deus.

A produção do livro, que tem 64 páginas coloridas e com muitas fotos, foi possível graças à colaboração de benfeitores, que quiseram oferecer algo bonito. Dessa forma, não foi utilizado o dinheiro da missão. Reunidos em assembleia, os Bispos do Regional Sul 2 decidiram que, além dos exemplares distribuídos, quem desejar adquirir mais vai pagar aquilo que desejar. E esse dinheiro será destinado para a Missão.

Segundo Pe. Mário Spaki: “Esse material de evangelização é motivo de grande alegria para a Igreja do Paraná que vem crescendo na sua consciência missionária. Como dizem os guineenses: Deus, obrigado por essa Missão, por todos os missionários e por tudo que há de vir”.

Saiba como apoiar esta iniciativa acessando aqui: http://cnbbs2.org.br/africa/

Fonte: CNBB

Igreja no Brasil se prepara para o Ano do Laicato

Com o objetivo de celebrar a presença dos cristãos leigos e leigas no Brasil, a Igreja celebra, no período que compreende a Solenidade de Cristo Rei em 2017 à Solenidade de Cristo Rei em 2018, o Ano do Laicato. Na reunião ordinária do Conselho Permanente, realizada entre os dias 20 e 22 de junho, foi apresentado e aprovado o projeto preparado pela Comissão Especial para o Ano do Laicato. Em breve as Arquidioceses e dioceses brasileiras receberão as orientações de como as comunidades podem se prepara para celebrar este momento na Igreja.

Para nortear as ações, foi adotado o tema “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e como lema “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5, 13-14). Além de comemorar os 30 anos do Sínodo Ordinário sobre os leigos (1987) e os 30 anos da publicação da Exortação Apostólica Christifideles Laici, sobre a vocação e a missão dos leigos na Igreja e no mundo, o Ano do Laicato visa dinamizar o estudo e a prática do documento 105 – Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade -, bem como os demais documentos do Magistério da Igreja, especialmente os do Papa Francisco sobre o laicato.

A proposta para o Ano do Laicato foi aprovada no dia 16 de abril de 2016, durante a 54ª Assembleia Geral Ordinária.

Arquidiocese de Vitória da Conquista promove Escola de Fé e Cidadania

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Com o objetivo de formar o laicato nos ensinamentos da doutrina social da Igreja, a Arquidiocese de Vitória da Conquista, por meio da Coordenação de Pastoral, promove a Escola de Fé e Cidadania.

O tema do próximo encontro será “Participação dos cristãos na sociedade e na política: indicações do Concílio Vaticano II e documentos da Igreja da America Latina e do Brasil”, que será discutido por Dom. Ionilton Lisboa de Oliveira (bispo eleito da prelazia de Itacoatiara – AM).

A Escola acontece no dia 1º de julho, das 8h às 17h no Colégio Luiz Eduardo Magalhães (Modelo). As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: secpastoralvc@gmail.com ou pelos telefones (77) 3420-9038 / 2101-5751. O investimento é  no valor de R$ 40.

Fonte: CNBB Regional NE3


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