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Edições CNBB oferece curso online sobre a Campanha da Fraternidade 2018

A editora Edições CNBB disponibilizou neste mês de janeiro um curso online e gratuito em preparação para a Campanha da Fraternidade (CF) de 2018. A edição da CF deste ano tem como tema “Fraternidade e superação da violência” e lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8). Para se inscrever, clique aqui.

Voltada para padres, diáconos, coordenadores pastorais diocesanos, agentes pastorais e lideranças, a formação quer oferecer melhor compreensão da essência da proposta da CF 2018 e, de forma prática, dar indicações para aplicação na vida paroquial. “O Curso Campanha da Fraternidade 2018 nasce como uma proposta para auxiliar as comunidades paroquiais na promoção desta importante iniciativa realizada pela Igreja no Brasil”, informa a editora.

Para melhor compreensão da CF, a formação propõe uma “exploração maior do potencial de transformação social, catequese e pastoral e sugere um envolvimento maior daqueles que são os protagonistas da ação: os fiéis”.

“A proposta de prepararmos um curso online sobre a Campanha da Fraternidade parte da necessidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se comunicar também pelas mídias sociais”, conta o secretário executivo de Campanhas da entidade, padre Luís Fernando da Silva. “Nós percebemos que a CF atinge vários públicos com seus materiais, seus subsídios, na sua maioria escritos. Mas se faz necessário atingir o público que está nas mídias, nas redes sociais”, informa, lembrando que o desejo é que as pessoas tenham conhecimento da campanha e possam multiplicá-la nos vários ambientes para, assim, atingir novas pessoas.

De acordo com a proposta, são oito vídeos “curtos e objetivos” nos quais padre Luís Fernando da Silva, que ministra o curso, “aponta luzes e caminhos sobre o tema, que é tão sensível à realidade de todos nós”. Além dos vídeos, o participante receberá material de apoio para o itinerário do curso que ainda pretende dar dicas práticas para comunicar a mensagem da Campanha e superar a violência nos mais diversos contextos sociais.

“O curso ajuda a mensagem da campanha chegar no coração das pessoas. Não é uma reflexão meramente intelectual, ela convida para uma práxis. Neste ano, cada pessoa é convidada a superar a violência direta, cultural e também a lutar pela justiça social para superar a violência estrutural que se instaura no Brasil hoje”.
Padre Luís Fernando da Silva

Confira a ementa do curso:

1. O que é a Campanha da Fraternidade?
2. CF 2018 “Fraternidade e Superação da Violência – Parte 1
3. CF 2018 “Fraternidade e Superação da Violência – Parte 2
4. A violência nas Sagradas Escrituras
5. Novo testamento: Jesus anuncia o Evangelho da reconciliação e da paz
6. Igreja X Violência – Porque precisamos nos envolver
7. Ações práticas para superar a violência nas nossas comunidades
8. Dicas práticas para comunicar a mensagem da Campanha da Fraternidade.

Fonte: CNBB

JMJ 2019: Embaixada do Panamá envia carta para a Arquidiocese de Salvador

A Embaixada da República do Panamá enviou uma carta para as Arquidioceses do Brasil para solicitar apoio na divulgação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontecerá na cidade do Panamá, em 2019. Na carta, a Embaixada do Panamá afirma que “durante a Jornada Mundial da Juventude haverá cerimônias religiosas, encontros, vigílias, catequese e o festival da juventude”. Confira a carta na íntegra:

Dia da Graça: fiéis se encontram na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Stella Maris

A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Stella Maris, dedica o dia 13 de cada mês à sua padroeira. Nesta data, conhecida como Dia da Graça, os devotos da Mãe de Jesus recitam o Ofício de Nossa Senhora às 6h30 e participam de Missas às 7h (pelos devotos), às 12h (pelas almas) e às 18h (pelas famílias). Durante todo o dia acontecem confissões e adoração ao Santíssimo Sacramento.

Santa Sé: comissionado o Sodalício de Vida Cristã

A Congregação para os Institutos de Vida consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica emanou na quarta-feira, 10 de janeiro, o Decreto com o qual se dispõe o Comissionamento da Sociedade de Vida Apostólica Sodalitium Christianae Vitae (Sodalício de Vida Cristã) e nomeia Comissário apostólico da referida Sociedade Dom Noel Antonio Londoño Buitrago (C.Ss.R), Bispo de Jericó, na Colômbia. É o que informa um comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé.

“O Cardeal W. Tobin (C.Ss.R) continua sendo o referente da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica como Delegado ad nutum em relação ao Sodalitium Christianae Vitae e, em particular, no que tange às questões econômicas”, lê-se no comunicado.

O Santo Padre Francisco acompanhou com preocupação todas as informações que, há vários anos, chegam à Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica sobre a situação do Sodalício de Vida Cristã.

O Papa mostrou estar particularmente atento à gravidade das informações que dizem respeito ao regime interno, a formação e a gestão econômico-financeira, motivo pelo qual pediu com insistência ao Dicastério uma atenção particular.

Somaram se a isso, recentemente, as sérias medidas adotadas pelas autoridades judiciárias peruanas em relação ao Senhor Luis Fernando Figari. Após uma aprofundada análise de toda a documentação, o Dicastério emanou o Decreto de Comissionamento, conclui o comunicado.

Fonte: Rádio Vaticana

Seminário Internacional sobre a água debaterá uso dos recursos hídricos no planeta

Diante da mais grave crise ambiental e aquífera pela qual passa o país, cientistas, especialistas e líderes espirituais se reúnem entre os dias 11 e 12 de janeiro, em Brasília (DF), para debater a importância da preservação dos recursos hídricos do planeta. O seminário “Águas pela Paz – II Seminário Internacional Água e Transdiciplinaridade” promoverá a discussão a respeito da sustentabilidade e será um dos eventos preparatórios para o 8º Fórum Mundial da Água, que será realizado pela primeira vez, no Hemisfério Sul, em março de 2018, também na Capital Federal.

A programação do encontro inclui palestras, painéis, oficinas e debates. Uma das propostas é discutir formas de garantir a conservação e o uso consciente da água no planeta. Os painéis temáticos irão abordar assuntos como o “saber das tradições na relação com a água”, “o papel das plataformas internacionais na articulação de atores locais”, “a função da pesquisa transdisciplinar no avanço do conhecimento”, “a medição de conflitos na gestão da água e do território” bem como “o papel da educação e da cultura neste contexto”. Todos os debates são abertos ao público e acontecerão no Museu da República.

Além de discutir a cultura da paz e o compartilhamento da água entre povos e nações, o seminário abordará uma visão ampliada em perspectiva internacional, intercultural e espiritual, com base na solidariedade, no respeito aos valores e direitos humanos universais. Além de dom Leonardo Steiner, bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, para compor o corpo técnico do evento foram convidados nomes de peso como o Biofísico, Berverly Rubik e o embaixador de Água e Patrimônio do ICOMOS na Holanda, Henk Van Schaik. No grupo de ativistas estão Oscar Rivas, ex-ministro de meio ambiente do Paraguai e fundador da ONG Sobrevivência e Álvoro Tukano, liderança indígena e diretor do Memorial dos Povos Indígenas.

Para tratar da pauta espiritual, o evento contará com a presença do líder humanitário e um dos idealizadores do seminário, Sri Prem Baba, que ministrará a palestra magna; monge Sato, residente do Templo Shin Budista; Babalorisa Ogun Tòórikpe, fundador da comunidade religiosa Ilé Asé Opo Osogunlade, entre outros representantes de tradições. Ao final do evento, o documento “Carta Águas pela Paz” será apresentado como contribuição ao 8º Fórum Mundial da Água e ao Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA).

8º Fórum Mundial da Água – Em março de 2018, Brasília receberá o maior evento da agenda de água do mundo. É a primeira vez que o evento acontecerá no Hemisfério Sul e há uma expectativa de reunir cerca de 40 mil representantes de 170 países. O Fórum Mundial da Água, que ocorre a cada três anos, acontecerá no Centro de Convenções Ulisses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasíliua de 18 a 23 de março de 2018.

Fórum Alternativo Mundial da Água – FAMA – Acontece como evento paralelo ao Fórum Mundial da Água questionando os interesses que estão por trás dos organizadores do evento oficial e defendendo a bandeira de que “Água não é mercadoria”. O FAMA acontecerá de 17 a 22 de março de 2018 e terá como culminância uma marcha pela Esplanada dos Ministérios.

Confira o site do evento.

Fonte: CNBB

Paróquia Nossa Senhora da Paz dará início aos festejos em honra à padroeira

“No seio da Virgem Maria, o Verbo se fez carne” (Jo 1, 14), este é o tema central para celebrar a festa de Nossa Senhora da Paz, na paróquia dedicada a ela, localizada no Bairro da Paz. No dia 14, às 18h, acontecerá a abertura dos festejos; e de 15 a 23 de janeiro os fiéis participam do novenário, às 19h30, com exceção do dia 21, quando a celebração terá início às 18h, sempre na Matriz.

A cada noite comunidade poderá contribuir com a doação de material de limpeza, farinha, leite em pó, óleo, café, açúcar, feijão, arroz e rosas para Nossa Senhora.

No dia festivo (24) as homenagens terão início às 5h30, com alvorada, seguida de Missa às 6h. A partir das 15h os fiéis recitarão o Terço da Misericórdia, e às 19h haverá a reza do Ofício de Nossa Senhora. A Missa Solene será presidida pelo bispo auxiliar, Dom Estevam dos Santos Silva Filho, às 19h30.

Você sabe a origem da devoção à Nossa Senhora da Paz? Clique aqui e confira!

São Paulo Apóstolo será homenageado no bairro IAPI

Com o tema “Para que exalemos o perfume de Cristo”, a Paróquia São Paulo Apóstolo celebra a festa do padroeiro. O novenário acontecerá de 16 a 24 de janeiro, na matriz (Rua Jair Santos, nº 01, IAPI), sempre às 19h30. É importante ressaltar que, diariamente, serão celebradas Missas às 7h e haverá a recitação do Terço e do Ofício de Nossa Senhora às 19h.

Todas as noites durante o novenário a comunidade é convidada a colaborar com alimentos não perecíveis e com materiais de higiene pessoal, que posteriormente serão doados para pessoas carentes.

O ponto alto da Festa do Padroeiro acontecerá no dia 25 de janeiro – data em que a Igreja celebra a Festa de São Paulo. Neste dia a Missa Solene terá início às 19h e será presidida pelo pároco, padre Valson Sandes.

Você sabe quem foi São Paulo?

São Paulo (ou Saulo) nasceu em Tarso (Município de Roma) na Cilícia (Ásia menor) no início da era cristã, de família israelita, da tribo de Benjamim; muito fiel à doutrina e à tradição judaica; seu pai comprara a cidadania romana, o que era possível naquele tempo, então Saulo nasceu como cidadão romano, legalmente.

Aos 15 anos de idade foi enviado para Jerusalém onde recebeu a formação do rabino Gamaliel (At 22,3; 26,4; 5,34), e foi formado na arte rabínica de interpretar as Escrituras, e deve ter aprendido a profissão de curtidor de couro, seleiro. Por volta do ano 36 era severo perseguidor dos cristãos, mas se converteu espetacularmente quando o próprio Senhor lhe apareceu na estrada de Jerusalém para Damasco, onde foi batizado por Ananias. Em seguida permaneceu num lugar perto de Damasco chamado Arábia.

São Paulo esteve no apedrejamento de Santo Estevão, e sem dúvida, as orações desse Santo na hora da morte foram fundamentais para a graça da conversão de São Paulo.

No ano 39 se encontrou com Pedro e Tiago em Jerusalém (Gal 1,18) e depois voltou para Tarso (At 9,26-30) acabrunhado pelo fracasso do seu trabalho em Jerusalém. Ali ficou por cerca de 5 anos, até o ano 43. Nesta época, Barnabé, seu primo, que era discípulo em Antioquia, importante comunidade cristã fundada por São Pedro, o levou para lá.

Em 44 Paulo e Barnabé foram encarregados pela comunidade de Antioquia para levar a ajuda financeira aos irmãos pobres de Jerusalém. No ano 45, por inspiração do Espírito Santo, Paulo e Marcos (o evangelista) foram enviados a pregar aos gentios (At 13,1-3).

A primeira viagem durou cerca de 3 anos (45-48) percorrendo a ilha de Chipre e parte da Ásia Menor. No ano de 49 Paulo e Barnabé vão a Jerusalém para o primeiro Concílio da Igreja, para resolver a questão da circuncisão, surgida em Antioquia. Esta presença de São Paulo em Jerusalém foi fundamental para que o Cristianismo não ficasse dependente do antigo judaísmo, como uma “seita” a mais. Graças a ele os pagãos ficaram livres da circuncisão e o Cristianismo surgiu com nova força.

A segunda viagem apostólica de São Paulo foi de 50 a 53, durante a qual Paulo escreveu, em Corinto, as duas Cartas aos Tessalonicenses (At 15,36-18,22). São as primeiras Cartas de Paulo.

A terceira viagem foi de 53 a 58. Neste período ele escreveu “as grandes epístolas”, Gálatas e I Coríntios, em Éfeso; II Coríntios, em Filipos; e aos Romanos, em Corinto. No final desta viagem Paulo foi preso por ação dos judeus e entregue ao tribuno romano Cláudio Lísias, que o entregou ao procurador romano Felix, em Cesaréia. Aí Paulo ficou preso dois anos (58-60), onde apelou para ser julgado em Roma; tinha direito a isso por ser cidadão romano. Partiu de Cesaréia no ano 60 e chegou em Roma em 61, após sério naufrágio perto da ilha de Malta.

Em Roma ficou preso domiciliar até 63. Neste período ele escreveu as chamadas “cartas do cativeiro” (Filemon, Colossenses, Filipenses e Efésios). Depois deste período Paulo deve ter sido libertado e ido até  a Espanha, “os confins do mundo” (Rom 15,24), como era seu desejo. Em seguida deve ter voltado da Espanha para o oriente, quando escreveu as Cartas pastorais a Tito e a Timóteo, por volta de 64-66.

Foi novamente preso no ano 66, no  oriente, e enviado a Roma, sendo morto em 67 face à perseguição de Nero contra os cristãos desde o ano 64. S. Paulo foi um dos homens mais importantes do cristianismo. Deixou-nos 14 Cartas.

A festa litúrgica da conversão de São Paulo apareceu no século VI e é própria da Igreja latina. O martírio do Apóstolo dos gentios é comemorado no dia 29 de junho. A celebração do dia 25 de janeiro tem por finalidade considerar as várias facetas do Apóstolo por excelência. Ele diz de si mesmo: “Eu trabalhei mais que todos os apóstolos…”, mas também: “Eu sou o menor dos apóstolos… não sou digno de ser chamado apóstolo”.

Apresenta, ele mesmo, as credenciais: viu o Senhor, Cristo ressuscitado lhe apareceu, ele é testemunho da Ressurreição de Cristo, foi enviado diretamente por Cristo. É como um dos Doze. Pertence a Jesus desde aquela hora em que, no caminho de Damasco, vencido por Cristo e prostrado em terra perguntou-lhe: “Senhor, que queres que eu faça?” Paulo então passou a pregar e propagar a fé que desejava exterminar. Em poucos segundos de contato direto Jesus o transformou de um ferrenho perseguidor no maior Apóstolo do seu Evangelho em todos os tempos.

São Paulo tirou da sua experiência esta consoladora conclusão: “Jesus veio a esta mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro. Precisamente por isso encontrei misericórdia. Em mim especialmente Jesus Cristo quis mostrar toda a sua longanimidade, para que eu sirva de exemplo a todos aqueles que pela fé nele alcançarão a vida eterna.” “Conheço um homem em Cristo que foi arrebatado até ao terceiro céu. Se no corpo ou fora do corpo, não sei. Deus o  sabe. Só sei que esse homem ouviu palavras inefáveis…” (2Cor 12,2).

São Paulo foi um Apóstolos de “fogo”; apaixonado por Jesus Cristo até a última fibra do seu corpo. Cristo era tudo para ele: “Para mim no viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fil 1, 21). “Tudo posso Naquele que me dá forças” (Fil 4,13). “Estou pregado à cruz de Cristo. Eu vivo, mas já não sou que vivo, é Cristo que vive em mim”. (Gal 2, 19-20).

Terminou a vida dizendo: “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé” (1Tm 4,7) São Pedro e São Paulo foram as grandes colunas da Igreja em Roma; martirizados pelo mesmo Nero derramaram o seu sangue em Roma. Desde então a Sede da Igreja está em Roma.

Explicação: professor Felipe Aquino

5ª edição da Caminhada de Corpo e Alma acontecerá nesta quinta-feira (11)

Nesta quinta-feira, dia 11 de janeiro, acontecerá a 5ª edição da Caminhada de Corpo e Alma, saindo da Basílica Santuário Nossa Senhora da Conceição da Praia, às 8h, e seguindo até a Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim, no alto da Colina Sagrada. Durante todo o percurso será conduzida a imagem do Senhor do Bonfim, num andor que, este ano, é decorado com milhares de fitinhas.

O cortejo será puxado pela Oficina de Frevos e Dobrados com a  regência do maestro Fred Dantas. Na caminhada, o andor é entregue aos fiéis, pelos membros da Devoção do Senhor do Bonfim, que a conduzem até a Basílica Santuário. Na chegada, a imagem será recebida com apresentações de músicas religiosas no adro da Igreja. Os membros da Irmandade farão o acolhimento das baianas, com a entrega das vassouras para a tradicional Lavagem do Adro da Basílica. Após a lavagem, a imagem peregrina do Senhor do Bonfim ficará próxima à porta principal para veneração pública até as 18 horas.

Os fieis que desejarem podem adquirir camisetas ou o kit para a Caminhada, que contém um boné e uma garrafa de água para ser abençoada na chegada. A renda será revertida em prol das ações desenvolvidas pelo Projeto Bom Samaritano.

Parada Obrigatória

Os fiéis que acompanharem a caminhada terão à disposição o espaço Parada Obrigatória, que funcionará em frente a Praça do Nosso Senhor do Bonfim, no Centro Comunitário. Lá o público terá acesso a food trucks e, na área coberta, será servida a Feijoada da chef Leka. A banda Rio Vermelho fará a animação.

Outras opções são o Santo Café – Cultura e Arte, servindo lanches, sucos, salgados e doces, que funciona no Espaço Casa dos Romeiros, ao lado da Igreja do Bonfim; e a Vila Criativa, que oferecerá sarapatel, feijoada, acarajé e abará, com a participação do DJ Denison. O Espaço do Artesanato também estará funcionando.

Novena

A novena será retomada no dia 12 (sexta-feira), sendo repetida no sábado (13), seguida da tradicional apresentação dos Ternos de Reis, à noite, na Praça do Bonfim. Dia 14, domingo, será o dia maior da festa, com alvorada às 5h e Missas às 5h, 6h, 7h30 e 17h. A Missa Solene acontecerá às 10h e será presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. Às 16h será realizada a Procissão dos Três Pedidos, com saída da Igreja dos Mares em direção à Colina Sagrada – na chegada serão realizadas três voltas em torno da Basílica. O encerramento contará com queima de fogos de artifício.

Papa aos embaixadores: a busca da paz supõe combater a injustiça e a violência

Na segunda-feira (08), o Papa Francisco acolheu na Sala Régia, no Vaticano, os embaixadores acreditados juntos à Santa Sé para as felicitações de Ano Novo. A tradicional audiência é a ocasião para o Pontífice fazer um dos mais importantes discursos do ano, por tratar de temas de interesse global e internacional.

Inicialmente, Francisco recordou as viagens realizadas em 2017 (Egito, Portugal, Colômbia, Mianmar e Bangladesh) e a recorrência este ano do centenário do fim da I Guerra Mundial. Segundo o Papa, deste evento podemos tirar duas lições:

A primeira: vencer nunca significa humilhar o adversário derrotado. “Não é a lei do medo que dissuade de futuras agressões”. A segunda: a paz consolida-se quando as nações podem se confrontar num clima de igualdade. “Premissa fundamental desta atitude é a afirmação da dignidade de toda a pessoa humana, cujo desprezo e desrespeito levam a atos de barbárie que ofendem a consciência da humanidade.”

Declaração Universal dos Direitos do Homem

Mas o discurso do Santo Padre foi mesmo dedicado aos 70 anos que a Declaração Universal dos Direitos do Homem completa em 2018.

“ Na verdade, para a Santa Sé, falar de direitos humanos significa, antes de mais nada, repropor a centralidade da dignidade da pessoa, enquanto desejada e criada por Deus à sua imagem e semelhança. ”

Uma visão redutiva da pessoa humana, recordou, abre o caminho à difusão da injustiça, da desigualdade social e da corrupção.

Todavia, o Papa afirma que a interpretação de alguns direitos foi sendo progressivamente modificada, a ponto de se incluir uma multiplicidade de “novos direitos”, com frequência contrapondo-se entre si.

“Consequentemente pode haver o risco de que, em nome dos próprios direitos humanos, se venham a instaurar formas modernas de colonização ideológica dos mais fortes e dos mais ricos em detrimento dos mais pobres e dos mais fracos.”

Setenta anos depois, o Santo Padre constata com pesar que muitos direitos fundamentais são violados ainda hoje, sendo o primeiro deles o direito à vida, à liberdade e à inviolabilidade de cada pessoa humana. A lesá-los, não são apenas a guerra ou a violência, mas há formas mais sutis: o descarte de crianças ainda antes de nascer e dos idosos; a violência sofrida pelas mulheres e pelas vítimas do tráfico de pessoas; e a falta de acesso à saúde.

Proliferação de armas

Francisco recordou que a busca da paz supõe combater a injustiça e erradicar, de forma não violenta, as causas da discórdia que levam às guerras.

“A proliferação de armas agrava claramente as situações de conflito e implica enormes custos humanos e materiais, deteriorando assim o desenvolvimento e a busca duma paz duradoura”, disse o Papa, que manifestou sua satisfação com o resultado “histórico” alcançado no ano passado com a adoção do Tratado sobre a Proibição das Armas Nucleares.

Neste ponto do seu discurso, Francisco citou os conflitos em diversas partes do mundo: Coreia do Norte, Síria, Iraque, Iêmen, Afeganistão, Jerusalém, Venezuela, Sudão do Sul, República Democrática do Congo, Somália, Nigéria, República Centro-Africana e Ucrânia. E agradeceu aos países que oferecem acolhimento a quem foge desses mesmos conflitos: Jordânia, Líbano, Turquia, Itália, Grécia e Alemanha.

Instituição familiar

O Papa falou ainda da importância de se proteger a família, mesmo sendo considerada uma instituição superada em muitos países.

“Em vez da estabilidade dum projeto definitivo, preferem-se hoje ligações fugazes. (…) Por isso, considero urgente que se adotem políticas efetivas em apoio da família, da qual aliás depende o futuro e o desenvolvimento dos Estados. Sem ela, de fato, não se podem construir sociedades capazes de enfrentar os desafios do futuro.

Francisco citou o inverno demográfico e a situação de famílias dilaceradas por causa da pobreza, das guerras e das migrações.

Migração

Aos fluxos migratórios, aliás, o Pontífice dedicou amplos parágrafos do seu discurso, recordando que a liberdade de movimento pertence aos direitos humanos fundamentais.

“ Por isso é necessário sair duma generalizada retórica sobre o assunto e partir da consideração essencial de que se encontram diante de nós, antes de mais nada, pessoas. ”

O Papa mencionou sua Mensagem para o Dia Mundial da Paz deste ano dedicada justamente ao migrantes e refugiados.

“Embora reconhecendo que nem todos estão sempre animados pelas melhores intenções, não se pode esquecer que a maior parte dos migrantes preferiria permanecer na sua própria terra, mas é forçada a deixá-la «por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental”, disse Francisco, ressaltando a obrigação dos migrantes de obedeceram às leis dos países que os acolhem.

De modo especial, o Santo Padre mencionou sua última viagem internacional de 2017: “Conservo ainda vivo no coração o encontro que tive em Daca com alguns membros do povo rohingya e quero renovar os sentimentos de gratidão às Autoridades do Bangladesh pela assistência que lhes prestam no seu território”.

Francisco manifestou sua confiança em vista da adoção de dois Pactos Mundiais (Global Compacts) que serão debatidos este ano, respectivamente sobre os refugiados e para uma migração segura, ordenada e regular.

“A Santa Sé não pretende interferir nas decisões que competem aos Estados: a eles cabe – à luz das respectivas situações políticas, sociais e económicas, bem como das próprias capacidades e possibilidades de recepção e integração – a responsabilidade primeira do acolhimento. Mas ela considera que deve desempenhar um papel de «recordação» dos princípios de humanidade e fraternidade, que fundamentam toda a sociedade coesa e harmoniosa.”

Trabalho infantil

O Papa falou ainda do direito à liberdade religiosa e do direito ao trabalho. “Não há paz nem desenvolvimento, se o homem está privado da possibilidade de contribuir pessoalmente para a edificação do bem comum.”

Sobre o aumento do número de crianças empregadas em atividades laborais e das vítimas das novas formas de escravidão, declarou: “Não se pode pensar em projetar um futuro melhor se se continua a manter modelos económicos orientados meramente para o lucro e a exploração dos mais fracos, como as crianças. Eliminar as causas estruturais de tal flagelo deveria ser uma prioridade de Governos e organizações internacionais.”

Proteção da natureza

Depois de falar dos direitos, Francisco concluiu seu discurso com as obrigações de cada indivíduo para edificação do bem comum. Entre elas, destacou o dever de cuidar da natureza.

O Papa recordou as vítimas de terremotos e furacões no México, Caribe, Estados Unidos, Irã e Filipinas.

“As alterações climáticas, com o aumento  global das temperaturas e os efeitos devastadores que isso comporta, são também consequência da ação do homem. Por conseguinte, é preciso enfrentar, com um esforço conjunto, a responsabilidade de deixar às gerações seguintes uma terra mais bela e habitável, esforçando-se, à luz dos compromissos concordados em Paris no ano de 2015, por reduzir as emissões de gás nocivas à atmosfera e prejudiciais para a saúde humana.”

Por fim, Francisco renovou a cada um dos embaixadores presentes, extensivo aos povos dos que representam, “votos de um ano rico de alegria, esperança e paz”.

Relações diplomáticas da Santa Sé

A Santa Sé mantém relações diplomáticas com 185 países, entre os quais a Ordem Militar Soberana de Malta e a União Europeia. O último países a estabelecer relações foi o Mianmar, em maio de 2017.

Entre os embaixadores, 25 são mulheres. As chancelarias em Roma são 89. Em Roma se encontram também os escritórios de organismos internacionais acreditados junto à Santa Sé, que são a Liga dos Estados Árabes, a Organização Internacional das Migrações e o Acnur. As Chancelarias fora de Roma são 78.

Fonte: Rádio Vaticana

Vigília dos Jovens Adoradores foi adiada

[Clique na imagem para ampliar]

O Setor Juventude e a Comissão Arquidiocesana de Animação em preparação para a JMJ Panamá informaram que a Vigília dos Jovens Adoradores, que aconteceria no dia 13 de janeiro, foi adiada para o dia 10 de março, em local que, em breve, será divulgado.


Cúria Metropolitana Bom Pastor - Av. Leovigildo Filgueiras, 270 - Garcia, CEP: 40.100-000 - Salvador -Ba. Tel.: (71) 4009-6666 | contato@arquidiocesesalvador.org.br
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