Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB realizou Encontro Ampliado em Brasília

Membros de todos os organismos e instituições vinculados à Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) estiveram reunidos em

Membros de todos os organismos e instituições vinculados à Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) estiveram reunidos em Brasília (DF). Com a participação de mais de 90 pessoas, entre bispos, religiosos e religiosas, seminaristas, formadores, padres e membros de institutos seculares, o Encontro Ampliado aconteceu de 10 a 12 de setembro, com o objetivo de motivar e preparar uma boa vivência do jubileu 2025. Além de ser espaço de reflexão sobre as atividades realizadas e o planejamento do trabalho pastoral.

O bispo auxiliar de São Paulo (SP) e presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, dom Ângelo Ademir Mezzari, manifestou alegria pelo número expressivo de participação de todas as partes do Brasil, representando seus organismos e instituições, e destacou a oportunidade de aprofundar o tema do Jubileu 2025 e do Sínodo sobre a Sinodalidade.

“Esse ano, estamos refletindo o tema do Ano Jubilar e a caminhada sinodal. A proposta consiste, à luz da Palavra de Deus, olhar a vivência desse Jubileu, as várias situações e realidades desse caminho de unidade, de comunhão, de participação em vista da missão. É um momento especial de muita partilha, adotando a metodologia da conversação espiritual que permite ouvir as luzes, os sons e as vozes do Espírito para vivermos bem a nossa missão e vocação”, contou.

Caminhada sinodal

O encontro ampliado da Comissão para os Ministérios Ordenados teve início com a missa presidida por dom Ângelo. Em seguida, o padre Miguel Filho, que é religioso jesuíta e um dos assessores do Sínodo sobre a Sinodalidade, explicou sobre a metodologia de “conversa no Espírito”, adotada na assembleia sinodal para discernimento comunitário.

“A escuta é o centro do discernimento comunitário. É uma escuta compartilhada, uma graça que nos desafia à conversão, exigindo que deixemos de lado nossos próprios interesses para focar no outro e na vontade do Espírito, que fala através de todo o grupo”, afirmou padre Miguel.

Dom Ângelo destacou o evento como “um caminho muito bonito de unidade, de partilha e de comunhão”. Dele, fazem parte instuições e organismos que atuam na Pastoral Vocacional, na formação nos seminários, na vida e na pastoral presbiteral, na vida religiosa consagrada, nos institutos seculares, os bispos eméritos e a Ordem das Virgens.

O encontro ampliado foi antecedido pelo Fórum das Instituições da Comissão, considerado “um espaço de comunhão e crescimento mútuo”. Os presidentes e coordenadores presentes compartilharam experiências e realizaram a prestação de contas, com contribuições dos assessores da comissão.

Fonte: CNBB

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