Em ação de graças a Deus pelos 203 anos da Independência do Brasil na Bahia, celebrada em 2 de julho, a Catedral Basílica do Santíssimo Salvador sediou, na manhã desta quarta-feira (1º), a celebração do tradicional Te Deum. A Solene Liturgia foi presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, Dom Marco Eugênio Galrão, e concelebrada pelo cônego José Abel Pinheiro, cura da Catedral; e pelo capelão da Marinha, padre João Ricardo de Oliveira Ventura. À serviço do altar estiveram diáconos, seminaristas, cerimoniários e coroinhas.
Na oportunidade, Dom Marco Eugênio destacou o significado histórico do 2 de Julho e ressaltou a contribuição decisiva do povo baiano para a consolidação da Independência do Brasil. O bispo recordou que essa memória deve fortalecer o compromisso de todos com a promoção da liberdade, da justiça, da paz e do bem comum, valores que continuam a inspirar a construção de uma sociedade mais fraterna.
Participaram da cerimônia representantes dos governos estadual e municipal, militares da Aeronáutica, da Marinha e da Polícia Militar, além de fiéis e cablocos representando os Povos Originários que se uniram em oração por ocasião da data cívica mais importante da Bahia. Diante do Santíssimo Sacramento, todos fizeram um momento de adoração e agradeceram a Deus pelo legado deixado por aqueles que lutaram pela emancipação política do Brasil em território baiano. A celebração foi enriquecida pelos cânticos do Coral da Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim, sob a regência do maestro Rufino.
O Te Deum é um dos mais antigos hinos da tradição cristã e integra a Liturgia das Horas, sendo rezado em domingos, solenidades e ocasiões especiais de ação de graças. Atribuído a Santo Ambrósio e Santo Agostinho, o hino foi composto no século IV e une o louvor a Deus à súplica por sua misericórdia, tornando-se, ao longo da história da Igreja, um símbolo de gratidão diante de acontecimentos marcantes.
Fotos: Sara Gomes






























































