Cardeal Raymundo: críticas e consenso no Sínodo

Desde a tarde da quarta-feira (15), os padres sinodais entraram no debate da terceira e última parte do Instrumento de Trabalho, que trata da família e do acompanhamento eclesial. Sobre

1570478_ArticoloDesde a tarde da quarta-feira (15), os padres sinodais entraram no debate da terceira e última parte do Instrumento de Trabalho, que trata da família e do acompanhamento eclesial.

Sobre o trabalho realizado até o momento, eis o disse um dos presidentes-delegados do Sínodo, o Cardeal Raymundo Damasceno Assis:

“Nessa segunda parte do Instrumento de Trabalho, os 13 grupos discutiram a vocação da família, iluminada pela Palavra de Deus e pelo magistério da Igreja. O relatório é muito diverso, porque nós temos 13 grupos linguísticos e cada um dos grupos muitas vezes com a presença de bispos, de padres sinodais de diferentes países, diferentes culturas, tradições, mas creio que tiveram um consenso num ponto: de que é preciso ressaltar melhor a Palavra de Deus para iluminar a vocação da família e utilizar mais o próprio magistério da Igreja. Em relação a isso, houve um consenso de modo geral nos relatórios.”

Críticas

“Alguns, é claro, questionaram a lógica na apresentação do tema. Por isso, insistiram em reagrupar alguns números em diferentes lugares, porque muitas vezes o tema é repetido. Mas de um modo geral, foi positivo. Claro que na terceira parte teremos propostas mais concretas de ação pastoral. Às vezes, houve até uma crítica de que havia propostas pastorais ainda nesta segunda parte, que deveriam ser colocadas na terceira parte do documento de trabalho. Esta foi também uma das críticas que apareceram nos relatórios do grupo. Ao tratar o tema com outros padres sinodais, não mais os mesmos do Sínodo extraordinário, é claro que há acréscimos. E o objetivo é este: aperfeiçoar, enriquecer e melhorar a relatio synodi.”

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