No alto do Corcovado, a cerimônia chamou a atenção sobre a importância de conhecer os sintomas para diagnosticá-la e tratá-la adequadamente e também dar graças a Deus pela conscientização social já conseguida, assim como pela vida de tantas pessoas portadoras dessa deficiência.
“Divulgar os sintomas, para que mais pessoas conheçam, saibam como tratar e acolham aos irmãos que são portadores de autismo é, antes de tudo, um ato de amor testemunhado. É uma forma de nos colocarmos de braços abertos, como o Redentor, em prol dessa causa social”, lembrou o reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar Raposo.
Sobre o autismo
Há mais de 15 anos, o autismo deixou de ser classificado como doença e passou a ser uma deficiência, segundo a Classificação Internacional de Doenças, da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a OMS, o transtorno se manifesta antes dos três anos de idade do indivíduo, por meio de um tipo característico de comprometimento do funcionamento normal nas principais áreas de interação: a sociabilidade, a linguagem, a capacidade lúdica e a comunicação.