“A sinodalidade é a essência da Igreja, não é uma moda passageira”, afirma a mensagem final do Celam

O texto observa e denuncia a dor "dos mais pobres e vulneráveis que sofrem o flagelo da miséria e da injustiça"

Com o desejo de reavivar o espírito de Aparecida e com o Jubileu Guadalupano em 2031 e o Jubileu da Redenção em 2033 no horizonte, a Assembleia Eclesial da América Latina e do Caribe emitiu uma mensagem na qual a experiência, desde 21 de novembro, e reflete em um evento histórico e sem precedentes. Para conferir a íntegra do texto, clique aqui.

O texto observa e denuncia a dor “dos mais pobres e vulneráveis que sofrem o flagelo da miséria e da injustiça”, mas, também, destaca “o grito de destruição da casa comum” e a “cultura descartável” que afeta sobretudo as mulheres, migrantes e refugiados, os idosos, os povos indígenas e afrodescendentes”. A Assembleia diz sentir a dor provocada “pelo impacto e pelas consequências da pandemia que aumenta ainda mais as desigualdades sociais, comprometendo até mesmo a segurança alimentar de uma grande parte de nossa população”.

Fonte: Padre Modino – CELAM

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