
A reunião teve início às 8h30, no auditório Cardeal Geraldo Majella Agnelo, localizado na Cúria Bom Pastor (Garcia). Dentre os pontos discutidos na assembléia estão as prioridades pastorais para o ano de 2015, que são a setorização de paróquias, capelas e foranias, bem como a reestruturação de pastorais e movimentos.
Após a apresentação dos participantes, por instância articuladora e representações, Dom Murilo conduziu o momento da acolhida. “Nós somos uma comunidade e queremos crescer, no sentido de que todo mundo tem direito ao Evangelho, todo mundo tem o direito de conhecer a Jesus Cristo”, afirmou.
O Arcebispo aproveitou para destacar que, conforme pesquisas, o número de ateus no Brasil corresponde a 7%, ou seja, cerca de 14 milhões de pessoas. “O nosso desafio é grande. Numa arquidiocese como a nossa, onde temos um total de 3,5 milhões de pessoas, o desafio é muito grande”, disse. “Nós temos que, realmente, ser muito criativos, porque não se trata de trabalhar mais, se trata de revermos ‘será que eu estou voltando a minha energia para o que é essencial’?”, questionou.

Além das prioridades pastorais e da reestruturação das instâncias articuladoras, a Arquidiocese propõe que cada paróquia e forania estude o Documento 100 (Comunidade de comunidades: uma nova paróquia), sobre a conversão pastoral.
O grupo de jovens Agitaê, da paróquia Nossa Senhora do Resgate apresentou uma peça teatral, que tratou sobre a questão da animação dos sacerdotes que, de certa forma, não pensam em mudanças no modo de desenvolver os trabalhos pastorais.
“As paróquias, foranias, pastorais, movimentos, irmandades deverão fazer um processo de renovação das suas estruturas, em vista da conversão pastoral. As proposições pastorais serão, gradativamente, postas em prática, conforme resultado da conversão pessoal dos agentes e das orientações oferecidas pela coordenação arquidiocesana com aquiescência de Dom Murilo”, disse padre Edson.
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