
A Sala de Imprensa da Santa Sé, em 23 de junho, divulgou tanto o programa que confirma a viagem apostólica do Papa Francisco ao Canadá de 24 a 30 de julho, onde a Igreja está empenhada num importante processo de reconciliação com os povos indígenas, como o calendário das celebrações presididas pelo Pontífice nos meses de julho, agosto e setembro deste ano. Para não comprometer os resultados do tratamento que está fazendo no joelho e a pedido dos médicos, ainda no início de junho o diretor da Sala de Imprensa, Matteo Bruni, havia declarado o adiamento da viagem apostólica à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul, então prevista para acontecer de 2 a 7 de julho.
Assim, não podendo seguir “em missão” para “visitar esses povos que carrego no coração”, o próprio Papa anunciou em audiência aos Missionários da África em 13 de junho que irá celebrar no domingo, 3 de julho, uma missa com a comunidade congolesa em Roma. Começa às 9h30 na hora italiana, 4h30 no horário de Brasília, na Basílica de São Pedro, com transmissão ao vivo dos canais do Vatican News, com comentários em português. Seria o mesmo dia da cerimônia programada na cidade de Kinshasa, como Francisco mesmo lembrou naquela oportunidade: