
As comemorações pelo centenário de nascimento começarão às 9h, com missa no Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres (Largo de Roma). Presidida pelo bispo da Diocese de Irecê, Dom Tommaso Cascianelli, a celebração contará com a presença de funcionários, pacientes, moradores, alunos e voluntários da OSID, além de demais amigos e admiradores da vida e obra de Dona Dulcinha. Logo após a missa, às 10h30, acontecerá uma singela homenagem na Capela Santo Antônio, situada no Memorial Irmã Dulce, na sede das Obras Sociais, com a colocação de flores junto a seus restos mortais.
Exposição – Também na segunda-feira (9), após a missa, será aberta no Memorial Irmã Dulce a exposição Dona Dulcinha: 100 Anos de Cumplicidade e Dedicação. A mostra reúne objetos e fotografias que revelam as várias facetas da homenageada: mãe, empreendedora, uma pessoa alegre, carismática e preocupada com as questões sociais. Entre as peças em exposição, estarão fotos que contam um pouco da sua trajetória ao lado do Anjo Bom, além de objetos como a medalhinha que sempre carregava no pescoço; o livro de orações, um presente de Irmã Dulce; e a Comenda Maria Quitéria, em reconhecimento à dedicação e empenho na perpetuação da OSID. Além da mostra, o Memorial também abriga objetos que revelam outros fatos marcantes na história das duas irmãs, a exemplo da cadeira na qual a Bem-Aventurada dormiu por mais de trinta anos em virtude de uma promessa pela saúde da irmã Dulcinha.
“Minha mãe era uma pessoa extremamente alegre e isso fazia bem a Irmã Dulce, pois dessa forma ela transmitia alto astral e força para enfrentar os momentos difíceis. O fato de terem perdido a mãe cedo ajudou a uni-las ainda mais. Ela nunca perdeu o encantamento pela vida e sabia cativar a todos, sempre com uma palavra de carinho e sempre disposta a ajudar os mais necessitados”, comentou a filha de Dona Dulcinha e superintendente da OSID, Maria Rita Pontes.
Fonte: Ascom da OSID
Fotos: arquivo pessoal