Paróquia dedicada a São Jorge celebra a festa do padroeiro

A Paróquia São Jorge celebra a festa do padroeiro na próxima segunda-feira, dia 23 de abril. Em preparação a este dia, os devotos do santo guerreiro participam de um tríduo

A Paróquia São Jorge celebra a festa do padroeiro na próxima segunda-feira, dia 23 de abril. Em preparação a este dia, os devotos do santo guerreiro participam de um tríduo entre os dias 20 e 22 de abril, sempre às 19h, na Matriz (Rua Rosalvo Barbosa Romeu, s/n, Jardim Cruzeiro).

O tema central escolhido para este ano é “São Jorge e o seu testemunho”, e a cada noite será abordado um subtema: “São Jorge e o seu testemunho de fé” (1ª noite), conduzido pelo frei Giovanni Messias; “São Jorge e seu testemunho de esperança” (2ª noite), refletido pelo Grupo de Casais São Jorge; e “São Jorge e seu testemunho de amor” (3ª noite), destacado pela professora da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Maria de Melo Moraes.

No dia festivo, 23 de abril, a programação conta com Missas às 8h e às 13h, presididas pelo pároco, padre Clóvis Souza Santos. Às 16h terá início uma caminhada, saindo do Largo de Roma e seguindo para a Matriz, onde haverá a bênção do Santíssimo Sacramento. A Missa Festiva será presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Salvador, Dom Estevam dos Santos Silva Filho.

Você sabe quem foi São Jorge?

Nascido por volta do século III, na Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, e filho de pais cristãos, Jorge aprendeu ainda na infância a ser obediente a Deus e a crer em Jesus Cristo como o seu único Salvador. Após a morte do pai, mudou-se para a Palestina com sua mãe, onde foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e, aos 23 anos, já exercia altas funções na corte imperial.

Na época, o imperador Diocleciano planejava mandar matar todos os cristãos e, no dia em que o senado confirmaria o decreto imperial, Jorge declarou-se espantado com a decisão e passou a afirmar que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses, e defendeu somente a fé em Jesus Cristo. Ao ouvi-lo, o imperador mandou torturá-lo até que ele negasse a fé em Jesus, entretanto Jorge continuou firme como servo de Deus e não fez o que o imperador queria. Insatisfeito com a postura de Jorge, Diocleciano mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303.

 

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