
Além das grandes festas de padroeiros que acontecem no verão, como Bom Jesus dos Navegantes e Senhor do Bonfim, os turistas e os soteropolitanos terão a oportunidade de participar de palestras sobre os painéis de azulejos da igreja da Ordem 3ª de São Francisco e de tardes de louvor na igreja de Nossa Senhora d’Ajuda.
Para o coordenador arquidiocesano e nacional da Pastur, padre Manoel Filho, a ideia é oferecer uma programação diferenciada durante o verão. “É uma forma de mostrar a Igreja viva, acolher bem, oferecer opções e divulgar a dinâmica das comunidades de Salvador”, destaca o padre. Atualmente, a Arquidiocese de Salvador abriga o maior número de basílicas do país (quatro).
Padre Manoel afirma , ainda, que é perceptível o surgimento da demanda de articulação onde já é possível pensar em ações bem práticas, como a sinalização das igrejas e a formulação de informações para peregrinos. “A Cidade Baixa tem uma característica muito forte do turismo religioso, com realidades muito próprias da região e com isso surge a necessidade de pensar esse aspecto com mais força”, diz.