Servos do altar: cerca de 900 coroinhas participaram do I Congresso Arquidiocesano

Nas primeiras horas da manhã de hoje, 18 de agosto, o movimento já era grande no Santuário da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, conhecido como Santuário Irmã Dulce. Vindos

Nas primeiras horas da manhã de hoje, 18 de agosto, o movimento já era grande no Santuário da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, conhecido como Santuário Irmã Dulce. Vindos das diversas paróquias da Arquidiocese de Salvador, meninos e meninas que ajudam no serviço do altar aguardavam ansiosos o início do I Congresso Arquidiocesano dos Coroinhas, organizado pela Pastoral dos Coroinhas da Arquidiocese de Salvador. O evento, além de possibilitar uma reflexão sobre o tema  “Coroinhas, sirvam com generosidade a Cristo, presença real na Eucaristia”, foi também um momento de encontro e partilha entre os coroinhas.

A Missa de abertura do Congresso dos Coroinhas foi presidida pelo bispo auxiliar, Dom Estevam dos Santos Silva Filho. “Eu fui coroinha e sei que a nossa vida se transforma quando passamos, na nossa adolescência, a ser coroinha. É um ministério e um serviço muito bonito, tanto para a Igreja, porque serve realmente, embeleza a liturgia, quanto também se torna um serviço pastoral, porque é a ação de Jesus que, através destes garotos e garotas, se propaga em meio a essa fase da adolescência”, afirmou.

De acordo com o assistente eclesiástico da Pastoral dos Coroinhas, padre Anderson Milagres, o principal objetivo do Congresso foi reunir os meninos e meninas que servem ao altar. “O objetivo desse congresso é, de fato, promover a integração da Arquidiocese com os coroinhas, fazer um trabalho de espiritualidade e fazer, de fato, um momento de reflexão. Com 862 inscritos, a gente fica com o coração alegre por que é, de fato, a Igreja viva, a Igreja alegre, a Igreja que confia nessas crianças que servem o altar decididos. Foram 862 inscritos”, disse.

Logo após a Missa aconteceu um breve momento de formação, conduzido por Dom Estevam. Na ocasião, foram apresentadas aos participantes algumas orientações, a partir de uma reflexão dos bispos do Regional Nordeste 3 (Bahia e Sergipe) sobre a presença e a atuação dos coroinhas, como, por exemplo, a necessidade de formação, o uso da veste litúrgica – tanto para os coroinhas quanto para os cerimoniários -, bem como a sugestão da idade mínima e da idade limite para desenvolver este serviço pastoral.

Os coroinhas presentes puderam, ainda, fazer perguntas a Dom Estevam, sanando dúvidas. “Ser coroinha para mim é muito importante, pois Jesus é a minha única segurança. Eu tenho que me apegar a Ele enquanto eu sou jovem, e quando eu envelhecer eu vou ver que esta fase da Igreja foi muito importante para mim. É uma fase que eu nunca vou esquecer”, afirmou a coroinha da Paróquia Nossa Senhora da Paz, Stephany de Almeida Souza.

Para o coroinha da Paróquia Cristo Libertador, Rei do Universo, Wallace Mendes Bonfim Santos, ser coroinha é dar um passo inicial importante para o discernimento da vocação. “Ser coroinha é uma maravilha. Como diz uma passagem bíblica: ‘Subo ao altar do Senhor que é a alegria da minha juventude’. E realmente é a alegria da minha juventude subir ao altar e estar mais perto do Cristo, servindo a Ele”, disse.

“Ser coroinha é estar mais próximo de Deus. Eu sempre estive na Igreja e quando eu me tornei coroinha, eu me senti mais perto ainda. Um congresso como este mostra que Deus está em todos os locais, além de mostrar a importância de ser coroinha e divulgar este serviço, convidando outras pessoas a fazerem parte desta comunidade de coroinhas”, afirma a coroinha da comunidade Divino Espírito Santo, da Paróquia São Cristóvão, Joana Pereira Rocha Almeida.

Fotos: Sara Gomes e Daniela Andrade

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