Vaticano reconhece milagre atribuído a Madre Teresa de Calcutá

A Santa Sé comunicou o parecer, da Congregação para a Causa dos Santos, que aprova o milagre atribuído à intercessão de Madre Teresa de Calcutá, beatificada por São João Paulo

madre-teresaA Santa Sé comunicou o parecer, da Congregação para a Causa dos Santos, que aprova o milagre atribuído à intercessão de Madre Teresa de Calcutá, beatificada por São João Paulo II, em 2003. Na quinta-feira, 17, o papa Francisco confirmou a decisão da canonização da beata que, provavelmente, ocorrerá durante as celebrações do Ano da Misericórdia.

O processo de avaliação foi concluído em julho deste ano. O milagre atribuído a Madre Teresa ocorreu no Brasil, para a cura inexplicável de um homem, morador de Santos (SP), em meados de 2008. Na época, ele tinha 35 anos e sofria de grave doença cerebral. Após pedir a intercessão da beata, teve recuperação imediata.

Reconhecimento

De acordo com o promotor de justiça no processo local de canonização, padre Caetano Rizzi, o caso do milagre foi enviado ao Vaticano no início deste ano. Por não haver impedimentos, foi considerado válido para a instauração do processo.

“Ouvimos diversas testemunhas, ouvimos o possível miraculado. Foi um processo longo, intenso, com muitas audiências e muito trabalho. Mas a graça de Deus nos faz chegar à conclusão de que não temos aqui uma palavra para explicar o que aconteceu. Está sendo um processo muito rápido porque os fatos são evidentes”, explicou o sacerdote.

O delegado episcopal do Vaticano para o tribunal local, monsenhor Robert Sarno, descreveu como foi a última parte do processo. “Eles devem emitir uma opinião se existe uma explicação científica para a imediata e instantânea cura da pessoa. Se um deles afirma que sim, então o caso vai para a análise do conselho médico da Congregação que vai avaliar o possível milagre com base nos depoimentos das testemunhas e na documentação médica do caso”.

Vida de Madre Teresa 

Madre Teresa nasceu em 1910 em Skopje, território albanês, atualmente capital da Macedônia, e morreu em 1997 em Calcutá, na Índia. Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, nome de batismo da beata, recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1979 por sua atuação missionária. Ela deixou sua terra natal aos 18 anos, retornando décadas mais tarde. A religiosa fundou a congregação “Missionárias da Caridade”.

Fonte: CNBB com informações e foto da Rádio Vaticano.
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