
Logo no início da Missa, Dom Murilo explicou a origem e o significado da palavra júbilo. “Quero dizer que a Celebração de hoje pelos 50 anos da Base Naval significa uma alegria. A palavra júbilo vem de um instrumento que era um chifre de carneiro que os hebreus usavam em grandes festas. Assim como temos o berrante, eles usavam aquele instrumento musical em ocasiões de grandes festas, especialmente de 50 em 50 anos como lemos no livro do Levítico. Tocavam para dizer: é um ano jubilar, de júbilo, de alegria. E hoje é uma alegria celebrarmos os 50 anos da Base Naval. E como expressão desse jubileu, como marca que ficará para sempre, teremos a dedicação do altar e da Igreja. Dedicar ou consagrar significa dizer ao Senhor: ‘este altar, esta casa é para a Vossa glória'”, afirmou o Arcebispo.
Em seguida, Dom Murilo aspergiu água benta sobre os fiéis, em sinal de penitência e em lembrança pelo batismo, e também nas paredes e no altar da Igreja para purificá-los. Após a homilia, os fiéis cantaram a Ladainha de Todos os Santos. Dois casais conduziram ao altar as relíquias da Bem-Aventurada Lindalva Justo de Oliveira, religiosa das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, assassinada em 9 de abril de 1993, em Salvador; e da beata Celestina Donati, falecida em 18 de marco de 1925, na cidade de Florença, na Itália. As relíquias foram colocadas permanentemente na mesa do altar.

Após o rito de Dedicação, a Missa continuou com o rito sacramental. Junto com o Pão e o Vinho, foi levado ao altar um símbolo que recorda os 50 anos da Base Naval de Aratu. Antes da bênção final, foi lida e assinada a ata de Dedicação do Altar e da Capela Sagrada Família. Por fim, uma placa, na entrada da capela, foi descerrada.
Fotos: Sara Gomes
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