
No dia 11 de fevereiro – Festa de Nossa Senhora de Lourdes -, a Igreja celebra o XXXIV Dia Mundial do Doente, que este ano terá como tema “A compaixão do samaritano: amar carregando a dor do outro”. A data, com caráter solene, convida todos os fiéis a refletirem sobre o cuidado com os enfermos a partir do testemunho evangélico do Bom Samaritano.
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Para a ocasião, o Santo Padre nomeou o Cardeal Michael Czerny, SJ, prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral (DSDHI), como seu enviado especial. A celebração central acontecerá em Chiclayo, no Peru, diocese onde o então Dom Robert Prevost exerceu seu ministério episcopal entre os anos de 2015 e 2023.
Inspirado na parábola do Bom Samaritano, o tema proposto para este ano destaca a compaixão expressa em gestos concretos de proximidade e cuidado, sobretudo diante do sofrimento humano. A proposta sublinha que o amor ao próximo exige envolvimento real com a dor do outro, especialmente daqueles que vivem a experiência da doença em contextos marcados pela pobreza, pelo isolamento e pela solidão.
Instituído por São João Paulo II em 1992, o Dia Mundial do Doente tem como finalidade ser um momento privilegiado de oração, reflexão e proximidade, envolvendo não apenas a comunidade eclesial, mas também a sociedade civil. A data convida todos a reconhecerem o rosto de Cristo nas pessoas doentes e fragilizadas, promovendo uma cultura de cuidado, solidariedade e respeito à dignidade humana.
Com a celebração solene em Chiclayo, a Igreja volta o seu olhar para a América Latina e sua tradição de solidariedade e compromisso com os mais vulneráveis. À luz do exemplo do Bom Samaritano, a comunidade cristã é chamada a se deter diante do sofrimento alheio, tornando-se sinal concreto de esperança, proximidade e serviço junto aos doentes e aos que vivem em situação de fragilidade.



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