Sempre à serviço: conheça exemplos de pessoas que se dedicam ao voluntariado

Da esquerda para a direita: Valquíria Santos, Emília Navarro, Lúcia Maria e Adelmo Sampaio
Da esquerda para a direita: Valquíria Santos, Emília Navarro, Lúcia Maria e Adelmo Sampaio

Dedicar algumas horas por semana para causas de interesse social e comunitário, além de colocar os dons e talentos à disposição, sem esperar nada em troca. É com esta consciência que homens e mulheres decidem atuar como voluntários nas mais diversas atividades e assim contribuem para um mundo mais humano e fraterno.

Na Arquidiocese de Salvador, dezenas de pessoas se colocam à serviço nas mais diversas pastorais. “Para mim, ser voluntário é amor, é continuar a vida. Depois que eu me aposentei, pensei: ‘vou ficar em casa fazendo o quê se eu posso ajudar outras pessoas’?”, diz Valquíria Santos da Conceição, que há 10 anos atua na Escola de Catequese.

A Pastoral do Dízimo também conta com a colaboração de fiéis da Arquidiocese, como a voluntária Emília Navarro de Brito. “Ser voluntário é servir livremente, é participar da vida da Igreja. Estou como voluntária há 15 anos e eu fiz essa escolha porque eu vi que eu, realmente, podia fazer isso. É uma atividade que me dá uma alegria imensa, uma alegria no coração”, define.

Alegria é também o sentimento de Lúcia Maria Leite Maia Muniz, que se dedica ao voluntariado desde 1969. “Eu não escolhi, fui escolhida. Eu trabalhava na paróquia e aí foram fundar um Centro Comunitário, me chamaram e eu fui. Ser voluntário é poder prestar um serviço ao próximo”, afirma.

Há 13 anos na Pastoral do Dízimo, Adelmo de Andrade Sampaio afirma que o trabalho voluntário é capaz de modificar a vida de quem se coloca à serviço. “Eu fui chamado, fiquei entusiasmado. Eu era prepotente, soberbo e egoísta; eu fazia tanta coisa e não era tão eficiente como quando eu comecei a participar da Pastoral do Dízimo. Foi aí que eu me senti mais partícipe da missão evangelizadora de Jesus e isso me faz cada dia mais encontrar os caminhos que me levam até o Pai celestial”, conta.

Confira o depoimento do voluntário da Pastoral Carcerária Confira o depoimento do voluntário da Pastoral Carcerária, Nilton de Oliveira:

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